quarta-feira, 30 de novembro de 2011

down

...é como entrar num quarto silencioso e sentir vontade inexprimível de espirrar...

e pensar durante aqueles segundos que tudo está perdido, que vai incomodar a todos, e que depois daquela catástrofe nunca será perdoada...


mas aí o espirro vem, e ninguém acorda, nem se move...

...e aí notamos que a gravidade das coisas quem dá é a gente...o peso...o barulho, o estrago...o fim...

...ainda bem que existe poeira [mesmo que invisível...] que nos faça despertar...

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